“Eu quero ser médica porque quero cuidar de um monte de gente e de criança. Eu falei pra minha mãe: ´Mãe, eu vou ajudar os outros´. Falei para ela que eu quero ser médica para ajudar os moradores que moram na rua . Eu tenho muita pena deles.
Aí minha mãe me disse que tem que estudar muito pra ser médica. Aí eu estudo, estudo, estudo... assim, muito! Até na minha casa eu estudo. Aí eu vou ser médica.”
+-20h30, mesa do jantar:
- Mãe, já sei porque que eu gosto da sua comida tanto?
- Porque, Nina?
- Porque eu vim de dentro da sua barriga!
Êita, sina...
"It´s wonderful...
It´s marvelous...
That she should care about meeeee!!!!"
Dou um doce de batata doce pra quem descobrir de que filme vem essa musiquinha.
Maestro, duas dicas:
Cenário: Paris
Ator principal: Gene Kelly
Arre! Vai fazer um ano que blogo no Caindo. Tá na hora de fechar a conta. No dia 25 de outubro, esse cafofo eletrônico se auto-destrói. Ai que data linda...I see dead blogs. E também uma próxima etapa na roda do prazeres bloguísticos, que se iniciará com... outro blog. Será que estarei tendo o pique necessário pra começar de novo, com a vida que estarei levando? Só o tempo estará dizendo!
Só digo uma coisa: o título do meu próximo blog não começará com gerúndio!
Na TV, uma mãe de comercial de margarina chama a filha para brincar com ela no quarto.
Em casa, percebo um olhinho de lado só me espiando...
- Mããeee...
- O que?
- Cê bem que podia fazer que nem ela e parar de esperar que EU chame você pra brincar de casinha no meu quarto né?!
Olha a falta que um pesquisa bem feita e mais demorada pode fazer... É claro que achei surreal demais a história dos "Amigos da Plutão", mas jamais imaginaria que pudesse ser uma brincadeira tosca de um jornalista com 45 anos de estrada.
Bem, é meu dever me retratar pela minha ingenuidade, além de publicar aqui o desmentido. Faço isso pelas palavras do próprio Carlos Chagas, publicadas em um artigo na Tribuna da Imprensa On Line:
Retratação
Metáforas fazem parte da crônica política. Já escrevi que as oposições contrataram Sherlock Holmes para investigar a participação de José Dirceu no mensalão. Contei a passagem do genial detetive por Brasília. Nem o ex-chefe da Casa Civil sentiu-se agravado, muito menos os descendentes de Connan Doyle preocuparam-se com o uso indevido do personagem.
Com freqüência, apelando para a ficção, costumo trazer à realidade nacional mortos ilustres como Getúlio Vargas, Ulysses Guimarães e Tancredo Neves, que comentam e até participam de lances conturbados da política. Para não falar na intromissão de Napoleão, Maquiavel, Alexandre o Grande, Pedro Álvares Cabral e personagens da História instalados pela minha parca imaginação nas avenidas e palácios da capital federal. Nenhum protesto, até agora.
A 29 de agosto, enveredei pela mesma trilha, diante da desclassificação de Plutão de planeta para asteróide. Por conta da proliferação de ONGs fajutas mamando nas tetas do governo, uma delas, que a imprensa divulgara ser dirigida por um ex-líder sindicalista, imaginei outra, a "Sociedade dos Amigos de Plutão".
Ao descrever suas atividades, obviamente fictícias, não resisti à tentação de apresentá-la como da mesma forma presidida por líder sindical, suposto amigo do presidente, claro que inexistente, por isso jamais fulanizado. A ONG teria sede na Esplanada dos Ministérios e seus diretores empreenderiam farta e luxuosa viagem ao redor do mundo, pregando a imprescindível reabilitação de Plutão.
Simples metáfora, mas, reconheço, sem a caracterização explícita. Como no período eleitoral que agora se encerra andam exasperadas as emoções, houve quem supusesse naquela crônica uma agressão ao PT, às lideranças sindicais, ao presidente e à Esplanada dos Ministérios. Penitencio-me, para que não haja dúvidas. A ONG "Sociedade dos Amigos de Plutão" não existe. Pelo menos, ainda não foi criada.
Para evitar a repetição de um problema que já relato, lembro a Lei de Imprensa, dispondo de uma figura denominada retratação. Quando, no mesmo espaço, na mesma página, um jornalista se retrata, reconhecendo o erro, cessa ou nem se inicia a respectiva ação penal. Por que esse cuidado? Porque não faz um mês o comitê de campanha de Geraldo Alckmin denunciou-me à Justiça Eleitoral como tendo ofendido o candidato, ao chamar de burra e ofensiva à inteligência nacional a estratégia de ficar agredindo Lula em vez de anunciar seus programas.
No TSE, em nome da liberdade de imprensa, o ministro-relator recomendou o arquivamento da ação, acompanhado em seguida pelo plenário. Seria no mínimo inusitado, na mesma eleição, ser processado pelos dois lados, mas faz tempo que de quatro em quatro anos a história se repete. Estará a virtude no meio?...
Acabo de receber uma carta da Associação Brasileira de Imprensa felicitando meu humilde informativo pela "qualidade da publicação". Para nós, jornalistas bagrinhas que não estão nos grandes meios, ser chamada de "digníssima jornalista responsável" equivale a receber um verdadeiro prêmio!
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BRASIL, Sudeste, Mulher, de 26 a 35 anos